Sociedade Cultural e Religiosa Ilè Asé Oba Jagun, fundada em 27 de agosto de 2011, pelo Babalorisá e dirigente Fabio de Jagun com o propósito de difundir a cultura afro brasileira.
terça-feira, 17 de abril de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
ORÍKÍ ESÙ
Esú ota orisá
Osetura l'oruko baba mo o
alagogo ijà lóruko iyá npe e
esú odàrà omokunrin idolofin
o le sonso s'ori ese elese
ko je ko si je ki eni nje gbe e mi
a ki i l'owo lai mu t'esù kuro
a ki i l'ayo lai mu t'esù kuro
asotun sosi lai ni'tiju
esù apata somo olomo l'enu
o fi okuta dipo iyo
logemo orun a nla kalu
paapa warà a tuka mase i sa
esù ma se mi
omo elomiran ni ki o se.
Esú ota orisá
Osetura l'oruko baba mo o
alagogo ijà lóruko iyá npe e
esú odàrà omokunrin idolofin
o le sonso s'ori ese elese
ko je ko si je ki eni nje gbe e mi
a ki i l'owo lai mu t'esù kuro
a ki i l'ayo lai mu t'esù kuro
asotun sosi lai ni'tiju
esù apata somo olomo l'enu
o fi okuta dipo iyo
logemo orun a nla kalu
paapa warà a tuka mase i sa
esù ma se mi
omo elomiran ni ki o se.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Além do que a gente espera
Por conta dos nossos pensamentos relacionados a nossa religião como iniciante, iniciado ou sacerdote, seguimos regras, tradições, cultos e o nosso egbé se serve das tradições de nossa cultura. Isto é o lógico!Mas, por conta de nosso destino, ou forma de agir para com o mundo além de nossa comunidade, encontramos as dificuldades em nos expressar. Não ha e nunca haverá uma forma única de ser, por isso somos indivíduos, temos um código genético único e precisamos nos valer de nossa forma de ser e pensar, claro evidentemente, que como supracitado, seguindo as tradições de nossa cultura. Não viemos aqui nos individualizar, viemos para ficar, para sermos repeitados, sem discriminação, com responsabilidade e força, com dignidade e humildade. Aos irmãos que ao invés de se mostrarem tão academicos, tão superiores com suas respectivas vaidades, deveriam compreender que em todo o momento somos e seremos uma única familia. Aqueles que zelam e cultuam os Orisás!
Ainda hei de ver o tempo em que gozaremos da fartura do nosso caminho, da nossa escolha, dos nossos descendentes, da amizade enfraquecida pela irresponsabilidades de alguns, intrasigencia de outros, pela grande falta de conhecimento e humildade que povoam a nossa senda.
Sermos do santo é uma prova da existencia de nossos Deuses e da grande fatia desse mercado astral em que eles se encontram.
É preciso ser irmão!Para governar é necessário que voce tenha sido governado, para ser agraciado é necessário que voce acredite, para compreender é preciso que voce ouça.
Cada um da sua forma serve aos deuses, e isso não classifica quem é melhor ou pior, porque para se ter a resposta para que caminho seguir, voce precisará com todos esses ingredientes, compreender que seus intentos, assim como a sua misão, vão além do que a gente espera.
Olorum Modupé!
Fabio de Jagun
Ainda hei de ver o tempo em que gozaremos da fartura do nosso caminho, da nossa escolha, dos nossos descendentes, da amizade enfraquecida pela irresponsabilidades de alguns, intrasigencia de outros, pela grande falta de conhecimento e humildade que povoam a nossa senda.
Sermos do santo é uma prova da existencia de nossos Deuses e da grande fatia desse mercado astral em que eles se encontram.
É preciso ser irmão!Para governar é necessário que voce tenha sido governado, para ser agraciado é necessário que voce acredite, para compreender é preciso que voce ouça.
Cada um da sua forma serve aos deuses, e isso não classifica quem é melhor ou pior, porque para se ter a resposta para que caminho seguir, voce precisará com todos esses ingredientes, compreender que seus intentos, assim como a sua misão, vão além do que a gente espera.
Olorum Modupé!
Fabio de Jagun
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
A importancia de nos fazermos presentes em festividades, debates, congressos, passeatas é de suma importancia para nós mesmos e para a nossa religião que apesar de identidade própria, busca uma identidade social para que possamos galgar nossos objetivos e liberdade religiosa em noso país. A grande busca de nossa relação com o mundo globalizado, fez com que mostrássemos nossa cara, raiz, orgulho e principalmente nosso perfil e intenção para com aqueles que procuram a verdadeira resposta para a grande incógnita que é apresentada a nossa religião.
Longe de quaisquer formas de protesto intrínseco de raça, cor e condição social, o candomblé precisa de uma identidade que esteja ao alcance, explicação e aceitação de todos.
A Sociedade Cultural Ilè Asé Oba Jagun, tem por objetivo principal além de resgatar as raízes tradicionalistas do nosso egbé, difundir a verdade sobre nosso povo, raça e nossa ligação com o Órun.
Nossas divindades seguem a sua cultura e formação de seu povo, assim como outras de sociedades diferentes, então que fique bem claro que estamos e vamos ficar aqui, fazendo parte da história e da humanidade!
Olorum Modupé!
Fabio de Jagun
Longe de quaisquer formas de protesto intrínseco de raça, cor e condição social, o candomblé precisa de uma identidade que esteja ao alcance, explicação e aceitação de todos.
A Sociedade Cultural Ilè Asé Oba Jagun, tem por objetivo principal além de resgatar as raízes tradicionalistas do nosso egbé, difundir a verdade sobre nosso povo, raça e nossa ligação com o Órun.
Nossas divindades seguem a sua cultura e formação de seu povo, assim como outras de sociedades diferentes, então que fique bem claro que estamos e vamos ficar aqui, fazendo parte da história e da humanidade!
Olorum Modupé!
Fabio de Jagun
Ogum como personagem histórico, teria sido filho de Odùduá, o fundador de Ifé.Era um temível guerreiro que brigava sem cessar contra os reinos vizinhos. Dessas expedições, ele trazia sempre um rico espólio e numerosos escravos. Guerreou contra a cidade de Ará e a destruiu. Ogum nunca teve direito de usar coroa(adè),feita com pequenas contas de vidro e ornada de franjas de miçangas, dissimulando o rosto, emblema da realeza para os yorubas. Foi autorizado a usar um imples diadema, chamado akòró, e isso lhe valeu ser saudado até hoje sob o nome de Ogun Aláàkórò(aquele que usa a pequena coroa).
* trecho escrito retirado de Orixás de Pierre Fatumbi Verger com tradução de Maria Aparecida da Nóbrega.
* trecho escrito retirado de Orixás de Pierre Fatumbi Verger com tradução de Maria Aparecida da Nóbrega.
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